Coitado do Dadinho, sempre foi um daqueles garotos melosos demais. As gurias moderninhas não curtem mais caras à moda antiga, do tipo babacão, que dão flores e abrem a porta do carro. Mas nem dava nada, ele nem negava seu jeito old school de ser.
Mas bá, volta e meia tinha que escutar a patroa dissertando que tele-mensagem é brega, ou que aliança de compromisso já é acessório mais que ultrapassado. Daí era foda.
Aquele dia em que ele conheceu a Dandara. Bendito dia!
A moça adorava todos seus galanteios.
[Dê & Dê 1997] - ele cravou na árvore da pracinha.
Dez anos se passaram, o romance já tinha era se mandado.
Não foi necessária uma gravidez ou qualquer oportunidade no exterior. Evidente, terminou-se.
Então que Eduardo, desempregado, vagava pela cidade em plena trêsemeia da tarde, alpargatas e calça de moletom rasgada bem na coxa, passa pela pracinha: revê todos e todos seus momentos ao deparar-se com aquele coração enterrado na lenha.
1998...
Agora pertinho daquele, mas prá baixo e à direita, tinha outro escrito, que dizia mais ou menos assim:
[Vote 54, vote Roberto Justus 2006]
Não é mole não. Mas muito duro a gente também não gosta.
Nas margens da fonte da pracinha, Dadinho sentou e chorou.
10 de ago. de 2005
Gosto amargo de sal na boca
ensandecido por Barbara Mattivy às 12:53 PM 0 comentários
9 de ago. de 2005
Tu vê só
Cavam um túnel até o caixa forte do Banco Central de Fortaleza e levam R$ 150 milhões.
Quando eu tento mensurar o montante, não consigo.
Na época do Clube da Luta, diziam que rolava o incentivo à violência.
E agora? Aposto que nem vão tocar no nome do Woody Allen.
Quadrilha bem cult, esta.
ensandecido por Barbara Mattivy às 11:14 AM 0 comentários
8 de ago. de 2005
dai-me forças
Aquele esquema, como diz a Kika, que tem o nome parecido com a sigla da união soviética - RSS - não funcionou aqui no banco.
Então tô usando o Bloglines, e me pareceu bem agradável.
O Blog tem dias de quase cincoenta acessos e é estranho pensar o quanto a gente acaba se expondo prá tanta gente desconhecida.
Entram à procura de expressões como: "posou nu", "o que aconteceu em junho de 2005" ou "carros que voam".
Estando disponível a críticas, né. Tanto abertas como fechadas.
Mas eu tenho a mania de achar que nunca sou qualificada o suficiente, para toda e qualquer situação.
Tenho cara de trouxa, será?
Qual é a cena que o Tarantino dirige no Sin City?
Depois dos quinze nem muda muita coisa.
Gosto da cor rosa bebê.
A bolsa subiu 0,73 hoje.
E um cara se matou como homem bomba, na China, porque tinha câncer. Feriu trintaeum.
Posso começar tudo de novo?
O que mais tem por aí é cabeça de porongo.
E que não chegue a hora de pagar impostos.
ensandecido por Barbara Mattivy às 5:13 PM 0 comentários
7 de ago. de 2005
tudo certin?
Em toda casa tem um quadro de São Jorge.
Quem é devoto é só fazer uma oração,
que o guerreiro sempre atende dando a sua proteção.
Quinta foi aniversário da tia brabinha - apelido carinhoso da minha mãe, pros desinformados.
Dei de presente um dvd da Maria Bethania.
Mas agora eu tô aqui na sala de TV, onde fica o dvd e o computador, num domingo, às 11:40 da manhã, tentando escrever.
Tá difícil. O dvd tá rolando a toda ali no home theater.
Mas eu sou assim; quando tenho uma idéia de post tenho que desenvolver na hora, se não dentro de horas ele some e não volta nunca mais.
Dessa vez eu quero contar do episódio na casa da Déia em Alphaville quando a gente tinha cerca de quatro, cinco anos.
A casa dela no residencial tava recém em construção, mas já tinha piscina. Então, um grande motivo a gente já tinha prá ir lá todo findi.
Neste dia foi todo mundo, inclusive os priminhos dela.
E tinha esse tal de Ró (acho que era Roger o nome dele), primo um pouco mais velho.
O Ró era aquele tipo de guri que é alto e magricela e que simplesmente não cala a boca nunca, sempre tem uma babaquice prá falar.
Nem vou enrolar muito então até o ápice da história, mas uma coisa chata na casa de Alpha era que tinha muitos marimbondos, sempre, em volta da piscina.
Diversão vai, diversão vem e um marimbondim pousou direitinho na língua do Ró.
Poxa, eu era muito pequena e mal e mal lembro, mas tenho em mente a nítida cena do muleque com a boca bem aberta e a língua prá fora enquanto o vespão tava lá, bem pousado.
Acredito que não queriam simplesmente afastar o bicho a fim de evitar uma revolta dos insetos - sei lá, uma "ferroada" daquilo deve causar problema prá caralho.
Não me lembro como tiraram, nem se o Ró fora realmente picado na língua.
Mas o bordão do "em boca fechada não entra mosca" foi muito bem utilizado, uma vez que o guri era mesmo um tagarela e se fudeu bem mais do que se fosse uma mosca mesmo a protagonista da história.
ensandecido por Barbara Mattivy às 11:37 AM 0 comentários
5 de ago. de 2005
eu só quis dizer...
Olha aí.
Também quero me divertir a valer.
Com isso.
Nunca vi uma tosqueira fazer tanto sucesso.
Eu gosto, e bastante. Mas só dos episódios antigos.
Teve uma época que inventaram de transmitir alguns inéditos, até com novas personagens.
Daí não curti.
No México fazia tanto sucesso, também?!
ensandecido por Barbara Mattivy às 11:51 AM 0 comentários
4 de ago. de 2005
d'accord
Não sei o que acontece comigo, mas eu tenho uma atração meio que inexplicável por homens feios.
E era só isso mesmo que eu gostaria de dizer hoje.
ensandecido por Barbara Mattivy às 10:24 AM 0 comentários
3 de ago. de 2005
chega mais
Tô apostando neste aqui.
Mas não gostei da citação do triângulo amoroso ser escaleno, e não equilátero.
Até porque eu nunca fui boa em geometria e muito menos lembro as diversas característiscas de um triângulo.
ensandecido por Barbara Mattivy às 1:52 PM 0 comentários
2 de ago. de 2005
cinco coisas que não consigo
- estudar mais que duas horas seguidas, independente da matéria
- ler clássicos
- enrolar a língua
- calcular com rapidez
- cozinhar um arroz
ensandecido por Barbara Mattivy às 2:09 PM 0 comentários
1 de ago. de 2005
A Novidade
Me livrei do guardador de carro apavorante aqui da rua onde eu trabalho.
Estou deixando o veículo num estacionamento, o dia inteiro.
Porque agora eu tenho vidros elétricos.
Meu sonho, na real, sempre foi ter vidro elétrico. Direção hidráulica e ar condicionado são legais, mas vidro elétrico, bah... neguinho fica todo style, tá ligado?
Chega o mindingo na rua pedindo grana, tu não tem que te afobar todo prá fechar o vidro; basta um clique no botãozinho e tua superioridade se enclausura dentro do automóvel, tudo isso em segundos.
Há duas semanas eu peguei um livro na biblioteca da facul, e esqueci de entregar.
Isso quer dizer que vou pagar muitos dinheiros de multa quando eu for devolvê-lo.
Daí que essa noite eu sonhei que eu tinha pego TRÊS livros e tinha ficado DOIS meses sem devolver, tendo que pagar valores MUITO altos.
Este sonho contrasta com aquele que sempre tenho, onde sinto perfeitamente a sensação de ter alugado um dvd e nunca mais ter devolvido. Mas o sonho sempre acaba por aí, fico sem saber qual foi a decisão da locadora de quanto eu deveria pagar.
Será que numa situação assim eles cobram a diária vezes o quê? SESSENTA???
Tá loco...
Gostei do livro do CARDOSO. Mas eles viajaram na "formatação" do CAPS LOCK.
ensandecido por Barbara Mattivy às 2:24 PM 0 comentários
28 de jul. de 2005
pulso
Sabe que a crença nos UFOS não me parece assim tão absurda.
Se dizem tanto por aí que o universo tem uma imensidade deste tamanho, porque não existir vida em lugares que não no planeta Terra?
Sendo estupidamente clichê, mas continuo e digo que a NASA já sabe de tudo e não abre o jogo.
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A arte, quando lida com a temática futurista, sempre ilustra as cenas muito fora da contemporaneidade.
Que que é aquela história de mix de idiomas, no Code 46?
E jura que daqui a trinta anos teremos carros que voam, tipo os dos Jetsons.
2010 parecia tão longe, não?!
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Das pessoas que eu admiro, sempre consigo enxergar algum defeito que ficam fora do leque de peculiariedades que me agradam.
Então eu me inspiro em várias delas (as pessoas), pegando um pouquinho de cada característica boa, e me monto.
Porque singular é a última coisa que sou, isso tá na cara.
Não só eu, mas todos, na verdade.
Gostaria de conseguir escrever contos. Daqueles meio non-senses.
ensandecido por Barbara Mattivy às 10:21 AM 0 comentários
27 de jul. de 2005
groupie
Eu não canso.
E os ingressos já estão à venda.
Tô pagando prá quem me colocar no camarim.
"...se a gente já não sabe mais
rir um do outro, meu bem
então o que resta é chorar
e talvez
se tem que durar
vem renascido o amor
bento de lágrimas."
tão bem românticos, eles, não?! =]
ensandecido por Barbara Mattivy às 1:31 PM 0 comentários
26 de jul. de 2005
caiu do céu
Côsa bem boa que é:
cdzin novo dos Los Hermanos e livrinho do Harry Potter.
Tendo tudo isso, não se precisa de mais nada. Nem sexo.
As controvérsias são óbvias, claro.
ensandecido por Barbara Mattivy às 4:02 PM 0 comentários
22 de jul. de 2005
convite
Então é isso aí. Minha mala ficou exagerada e acho que ainda assim passarei frio.
Mas encontrei o melhor café da cidade, aqui por perto.
Te levo lá qualquer dias desses.
ensandecido por Barbara Mattivy às 1:28 PM 0 comentários
21 de jul. de 2005
além do que se vê
Parece que encontraram a 53º reencarnação do Buda neste culto aqui*.
Sinistro, bem sinistro.
E ainda me reprimem quando eu digo que tem que mandar matar toda essa gente.
* Via: aquele moço do Insanus, o Träsel.
ensandecido por Barbara Mattivy às 2:59 PM 0 comentários
20 de jul. de 2005
a janela invisível
Suas atitudes serviam como fachada.
Faltava-lhe apenas um detalhe para ser feliz. Apenas um, que carregava todos os outros, pela mão, puxando sempre com muita força.
Era residente naquela situação já há alguns anos, e não sabia como se desvencilhar.
Seguia; tudo nada tinha muita graça, e nada tinha sempre gosto de tudo.
A única certeza que detinha era a de que não ultrapassaria os quarenta e sete.
Analista de sistemas fora a profissão escolhida.
teve que escovar os dentes.
ensandecido por Barbara Mattivy às 3:27 PM 0 comentários
19 de jul. de 2005
adolescente rebelde
Fatos engraçados que acontecem conosco por vezes parecem fugir à memória.
Hoje me lembrei dos meus quatorze anos e de quando eu experimentei um cigarro pela primeira vez.
Sempre tive pavor de fumaça ou qualquer derivado do cinzento, mas vejo que a minha idade me influenciava a fumar.
Foi então numa tarde aleatória que eu fui ali no mercadinho da esquina (na época que ainda morava na venâncio) com o intuito de comprar um maço de cigarros; do mentolado.
Eu fui apreensiva, pois na minha cabeça de quatorze anos, eu deveria ter dezoito para fumar. O pavor de que a tia da venda me pedisse a identidade era grande.
No fim, ela me vendeu na boa, mas não tinha o mentolado. Comprei o light.
Daí eu me trancava no banheiro, abria bem a janela e acendia o bendito com um fósforo.
Não sei se eu conseguia tragar ou não, mas dava assim, umas três bocadas, começava a ficar bem tonta e nauseada, e apagava tudo, com medo.
O próximo ritual era jogar tudo pela janela e ligar o ventilador, prá que o cheiro saísse.
Fiz isso umas três vezes, depois enchi o saco.
Eu tinha namorado na época.
Mas não é que bem no dia mais frio do ano a "válvula" do gás lá de casa estraga, e a água não esquenta?! Tivemos que tomar banho frio.
Depois dessa, suporto até camping em Gramado com temperatura negativa.
ensandecido por Barbara Mattivy às 12:04 PM 0 comentários
18 de jul. de 2005
do futuro
Acordar sem disposição para o trabalho quase que todo dia me faz refletir se a situação muda, em algum tempo.
Claro que, no inverno, a dificuldade é ainda maior.
Mas a gente segue firme né, sempre, em busca da melhora.
Planos feitos para o longo prazo nos deixam repentinamente motivados, e parece ser prá isso que vivemos, enfim.
Eu atravesso a Carlos Gomes todos os dias. Logo, as chances de atropelamento, somada a minha desatenção, sobem para 61,4%.
Tudo isso sem contar o guardador de carro da rua em que eu estaciono.
Já comentei, numa primeira oportunidade, que ele me assusta, e muito.
Tem um cabelo tipo pichain, mas descolorido. Isso já diz tudo.
É prá essas e outras que se carrega um taco de beisebol no carro...
ensandecido por Barbara Mattivy às 11:51 AM 0 comentários
14 de jul. de 2005
Sobre o download ilegal
"Não se deve fazer concessões. Quem rouba dez centavos, rouba 10 milhões."
E já dizia a Igreja Católica, que lucro acima de 50% é pecado.
Essa mesma aí, que não gosta do Harry Potter.
ensandecido por Barbara Mattivy às 12:40 PM 0 comentários
13 de jul. de 2005
E agora, vão fechar a Daslu sem eu nem ter visitado???
ensandecido por Barbara Mattivy às 8:51 PM 0 comentários