Não sei lidar com a convivência.
Digo, aquela convivência de ver a mesma pessoa, nos mesmos dias e nos mesmos horários.
Essa constância, se a criatura não for assim de toooodo legal, começa a me irritar de tal forma que eu:
Pego nojo. E fecho a cara. E fico extremamente estúpida.
Depois de um tempo costuma passar; se não me pegarem no mau humor matinal, é óbvio.
E pior ainda é quando eu não estou nem um pouco prá conversa – o que geralmente acontece pela manhã- e o colega de trabalho do lado simplesmente NÃOCALAABOCA!
(&*¨*98%¨$@@$!""!).
Eu tenho pavor que façam isso comigo, mas eu aderi à tática aqui no escritório:
Enquanto o trouxão fala, eu fixo meu olhar atento no computador e faço que não escuto.
Às vezes respondo com um "hum" ou com um "aham".
Os momentos mais tristes se formam quando o colega começa a falar sozinho.
Ahhhhh, daí sim é patético.
Do tipo: lê um e-mail que recebeu e exclama em voz alta algum sentimento de alegria.
Prá quê, meu deus, pra quê extravasar o pensamento?
Podem me chamar de chata, ranzinza, ou coisa pior. Mas minha lista aumenta:
Não posso com pessoas burras, fedidas, folgadas, que se fazem de loca e que falam demais.
E não precisam se preocupar que geralmente depois do almoço isso tudo passa.
18 de mai. de 2005
Véia Coróca
ensandecido por Barbara Mattivy às 11:58 AM
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